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#TL02 informação, diversão e muito, mais muito sarcasmo
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Sáb, 28 de Março de 2009 01:01 |
Em teste de velocidade feito pela Unesp, o Internet Explorer 8 ficou na frente do Chrome, do Google, e do Firefox, da Fundação Mozilla. A pesquisa foi encomendada pela Microsoft e avaliou a velocidade de abertura de 25 sites.
O navegador da Microsoft, lançado na semana passada, foi o melhor no teste do Laboratório de Tecnologia Aplicada (LTiA) da Unesp (Universdade Estadual de São Paulo). O IE8 foi o mais rápido na abertura de dez sites. Já o Chrome 1.0 foi o mais veloz em oito oportunidades e o Firefox 3.07 só abriu sete sites antes dos outros e ficou em último lugar.
Segundo o laboratório, o objetivo era avaliar além da velocidade com que o navegador processa o código Java Script, que pode se tornar um falso indicador de desempenho. A metodologia da pesquisa procurou isolar fatores diferentes, como o impacto do hardware na velocidade dos navegadores, as páginas armazenadas no cache e o uso de outros programas simultaneamente ao uso do browser.
O LTiA afirmo que o teste mais próximo da experiência final do usuário com determinado navegador só pode ser simulada levando em consideração o tempo total de carregamento das páginas, o que representa o fim de todas as tarefas e não apenas de algumas operações isoladas.
Para avaliar a velocidade, os pesquisadores filmaram o carregamento das páginas em um vídeo NTSC com 30 quadros por segundo. O LTiA alegou que a análise quadro a quadro resulta em uma precisão aproximada de 0,033 segundos. A gravação também foi feita através de uma câmera independente da máquina e a utilização de softwares de captura de vídeo foi descartada para evitar concorrência de recursos com o browser.
http://www.adnews.com.br/internet.php?id=85815
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Escrito por Administrator
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Sex, 27 de Março de 2009 12:13 |
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Esse assunto é complicado... Tem muito tipo, hehehe... Mas o mais "engraçado" é a facilidade que as pessoas tem de jugar uma pessoa, sem nem ao menos saber que tipos de problemas ela pode estar enfrentando. Ou pior ainda! Sabe que ela não está bem e é ignorante, acha que tudo é "frescura" ¬¬... O post a seguir vai pra todos que já tiveram ou ainda tem contato com pessoas com esse problema triste e sério. De repente entendendo melhor, é possível mudar o jeito de pensar sobre elas!
Longo, mas vale a pena ler, garanto ;)
Classificação da depressão
A depressão pode ser classificada de acordo com a causa, com a presença ou não de um componente genético (história familiar), com os sintomas e com a gravidade do quadro, em:
Primária (quando não tem uma causa detectável) ou secundária (atribuível a doenças físicas ou a medicamentos).
Genética, de acordo com o padrão de aparecimento em membros de uma mesma família (esporádica, espectral ou familial).
Unipolar (quando não há ocorrência de episódios de mania) ou bipolar (quando ocorrerem sintomas intercalados ou concomitantes de mania).
Leve ou grave, de acordo com a gravidade dos sintomas e o grau de comprometimento funcional.
Tipos de Depressão:
Depressão reativa ou secundária: Surge em resposta a um estresse identificável como perdas (reações de luto), doença física importante (tumores cerebrais, AVC, hipo ou hipertireoidismo, doença de Cushing, LES, etc.), ou uso de drogas (reserpina, clonidina, metildopa, propranolol, promazina, clorpormazina, acetazolamida, atropina, hioscina, haloperidol, corticosteróides, benzodiazepínicos, barbitúricos, anticoncepcionais, hormônios tireoidianos, etc). Corresponde a mais de 60% de todas as depressões.
Depressão menor ou distimia: É uma desordem depressiva crônica durando pelo menos 2 anos em adultos e que se manifesta pela presença da síndrome depressiva, onde o paciente consegue funcionar socialmente mas sem experimentar prazer.
Depressão maior ou unipolar: É uma desordem depressiva primária, endógena, e que não tem relação causal com situações estressantes, patologias orgânicas ou psiquiátricas, caracterizando-se por episódios puramente depressivos em períodos variáveis da vida do paciente geneticamente predisposto à doença. Resultaria de uma inclinação inata determinada por fatores hereditários e bioquímicos que produziriam um distúrbio da neurotransmissão central, secundária a um déficit funcional de neurotransmissores (dopamina, noradrenalina e/ou serotonina) e/ou a uma alteração transitória de seus receptores ao nível do SNC. Durante o episódio, os sintomas depressivos são severos e intensos, impedindo o indivíduo de agir normalmente, havendo alto risco de suicídio se não tratado. Corresponde a cerca de 25% de todas as depressões.
Depressão bipolar ou psicose maníaco-depressiva: É também uma desordem primária, endógena e que se caracteriza por episódios depressivos alternados com fases de mania ou de humor normal, com estados de significativa mudança de humor do paciente (oscilações cíclicas do humor entre "altos" (mania) e "baixos" (depressão)). Quando deprimida, a pessoa pode ter alguns ou todos os sintomas de depressão. Quando em mania, torna-se falante, eufórica e/ou irritável, cheia de energia, grandiosa. A mania prejudica o raciocínio, a crítica (capacidade de julgamento) e o comportamento social, podendo ocasionar graves conseqüências e constrangimentos, pois a pessoa em fase mania se envolve facilmente em negócios mirabolantes e incertos ou em aventuras românticas e toma atitudes precipitadas e inadequadas. Se não tratada, a mania pode piorar, evoluindo para quadro psicótico (com delírios e/ou alucinações). Essa desordem afetiva estaria relacionada com um distúrbio da neurotransmissão central secundário a um déficit de neurotransmissores ou hipossensibilidade de seus receptores na fase depressiva e a um aumento destes neuro-hormônios ou da hipersensibilidade de seus receptores na fase maníaca. Corresponde a cerca de 10% de todas as depressões.
Subtipos de Depressão:
A depressão pode variar muito em relação a sintomas, história familiar, resposta ao tratamento e evolução. Alguns subtipos de depressão são claramente distintos, com implicações na escolha do tratamento e no prognóstico:
Depressão melancólica ou endógena: Forma grave, com acentuado retardo ou agitação psicomotora, anedonia, humor não reativo a estímulos agradáveis, despertar matinal precoce, sintomas piores de manhã.
Depressão atípica: Humor reativo a estímulos (a pessoa consegue se alegrar com estímulos agradáveis), inversão dos sintomas vegetativos (ao invés de insônia e falta de apetite, a pessoa tem hipersonia e aumento de apetite), ansiedade acentuada, queixas fóbicas.
Depressão sazonal: Relacionada à luminosidade diurna, com episódios que se repetem no outono/inverno e sintomas atípicos. Mais freqüente em países com inverno rigoroso, melhora com fototerapia (exposição diária prolongada a luz forte).
Depressão com sintomas psicóticos: Forma rara, porém grave, com delírios e alucinações.
Depressão pós-parto: Ocorre entre 2 semanas a 12 meses após o parto, com risco maior em mulheres com antecedentes de depressão. Considera-se que o parto (e as mudanças que ele traz, hormonais e de vida) seja um potente estressor, desencadeando depressão em mulheres com tendência à mesma.
Fonte: http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-bio/trab2003/g4/classificacao.htm
Bjok'x, aNGeL
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Ter, 24 de Março de 2009 01:00 |
Buenos Dias!!!
Como de praxe, toda terça (mentira tem dia que falha) estou aqui.
Falarei de um assunto muito interessante que me ocorreu há pouco.
Como alguns poucos saber não resido mais, oficialmente, em Volta Redonda. Buscando ares maravilhosos vim, por livre e espontânea vontade, pousar na Cidade Maravilhosa (nem tão maravilhosa assim, mais vale pelo visual).
Apesar de na minha querida Volta Redonda o transporte público ser uma PORCARIA, em especial no bairro São Luís, aqui, no Rio, não podemos reclamar muito (isso se você anda de ônibus fora dos horários de pico que são de 06 às 10 e de 17 às 20).
Isso quer dizer que em certos momentos vale mais a pena andar de coletivo do que de carro, tcharã!!!!
O grande problema reside quando necessitamos nos valer do transporte coletivo para irmos a locais nunca dantes explorados por nós ou por nossos amigos (aquelas pessoas que você sempre enche o saco como frases do tipo: fulano como faço isso?, fulano como chego lá? fulano quem vai?).
Resolvi por bem me valer da internet, a grande internet, pois depois da expressão: "Quem tem boca vai a Roma" virá a nova expressão: "Quem tem acesso à internet acha tudo". Pois bem, inicialmente recorrio ao velho conhecido Google Maps, tracei minha rota e optei por "utilizar transporte coletivo" Até aí tudo bem certo? (agora é a parte que você dá uma pausa, para, pensa e reponde: CERTO!!!) ERRADO!!! O Google Maps não traça rotas de transporte coletivo no Rio de Janeiro (novidade), somente São Paulo e BH são atendidas por esse serviço (novidade, de novo).
Pois bem, coloquei a cabeça pra conversar e me lembrei que tenho o Rio Card (aquele cartão de débito de ônibus) e que esta coisinha é emitida pela FETRANSPOR (Federação das Empresas de Tranportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro). Tá! Tudo bem... confesso que entrei no site meio sem esperançar, afinal, se o Google Maps não faz isso quem fará?!?!
Eis que navegando pelo site eu encontro um link Vá de ônibus (pensei comigo mesmo: Tá de sacanaj!!!!!). O pior vocÊs não sabem, FUNCIONA!!!! E funciona para todas as cidades do Estado do Rio de Janeiro (Só testei Volta Redonda e Rio de Janeiro, mas se fosse em uma disputa no estilo "melhor de três", duas vitórias consecutivas não há necessidade de uma terceira rodada.
Resumindo galera, Tá @#$%$%¨#$ sem grana Vá de ônibus, não sabe como chegar e quais ônibus atendem a região Vá de ônibus, Não tem carro Vá de ônibus, não vai se sujeitar a pagar uma média de R$6,00 (seis reais) por hora nos estacionamentos do centro da cidade Vá de ônibus!!!!!!
E por fim se você pensa nessas coisas de sustentabilidade, preservação do meio ambiente Vá de ônibus.
Espero ter contribuido um pouco...
Abraços
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Escrito por Administrator
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Seg, 23 de Março de 2009 11:57 |
Um teclado na mão vale mais do que mil canetas no estojo? Simone Janovich, 17, acha que sim. Ela leva seu laptop para a escola todos os dias.
"Prefiro escrever no computador. Tenho facilidade para digitar, e fica mais organizado", diz ela, que acha mais fácil estudar 'fazendo tudo no laptop".
"Tiro dúvidas com meus amigos pelo MSN, trocamos e-mails sobre anotações de aulas, falo on-line com os professores. O computador também poupa um pouco os dedos. Chega de calos!", continua ela, que só escreve à mão quando necessário --em geral, durante provas escolares e aulas de redação.
| Henrique Manreza/Folha Imagem |
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| Aluna Marjorie Sterenberg, 16, assiste aula no Colégio Renascença acompanhada do seu notebook, no bairro de Higienopólis, Sao Paulo |
Como Simone, muitos jovens sentem-se mais à vontade digitando do que redigindo à mão.
Seria o prenúncio do fim da letra manual?
A atual geração não escreve em agenda e diário, mas em blog; comunica-se por meios eletrônicos, com mensagens de texto por celular, MSN, Orkut, Twitter ou e-mail.
Caligrafia para quê?
Educadores relutam em apostar na extinção da caligrafia, mas admitem o desinteresse e a diminuição da prática.
"A escrita é um recurso que jamais vai acabar, é como os livros, que não vão sumir, embora muita gente hoje leia mais na internet. Só se aprende a escrever escrevendo e só se aprende a ler lendo. O mundo totalmente informatizado não é para essa nem para as próximas gerações", diz a psicopedagoga Lígia Fleury, do Colégio Renascença.
Muitos jovens questionam a importância de escrever à mão, diz Lígia. "Quando um aluno fala que não precisa disso, eu respondo que nem sempre ele terá um computador à disposição, que ninguém fica conectado 24 horas por dia. Tem que saber escrever manualmente."
No Renascença, os alunos podem levar laptops para a sala de aula, com uma restrição: nada de entrar na web. Nesse cenário, o maior vilão é o corretor ortográfico, criticado por educadores mais conservadores.
"Eu oriento os meus alunos, digo que essa ferramenta serve para chamar a atenção para um erro e ensinar o correto. Não pode ser usada como um ato mecânico de corrigir. Existe espaço para o computador e para o caderno na escola", diz Lígia.
Outra adepta da moda de trocar pesados cadernos por um computador portátil é Marjorie Sterenberg, 16. "O meu laptop é como um caderno com todos os meus cadernos e com muito mais recursos. É mais prático anotar as aulas assim. Se você escreve errado, deleta, não precisa apagar ou riscar tudo", diz.
Marjorie admite que tem dificuldade para escrever à mão. "Eu estudava numa escola britânica onde todos os alunos tinham laptop desde a oitava série. Minha letra não é muito boa, não treinei caligrafia", conta ela, que sonha com provas digitalizadas e se preocupa com a redação do vestibular.
Rafael Elkabets, 16, só troca o computador pelo papel quando é obrigado. 'No futuro, vou precisar mais do computador do que de caligrafia. Mas eu sempre me esforço para fazer letras bonitinhas nas redações', diz.
Para a psicopedagoga Raquel Caruso, diretora da Edac (Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico), o computador ajuda a camuflar falhas.
"Algumas crianças têm dificuldade na escrita manual e, quando conhecem o computador, esses problemas desaparecem. É preciso ter uma escrita que seja compreensível para os outros. Depois que isso estiver sedimentado, pode-se usar o computador sempre."
Essa geração não escreve menos, ao contrário --só não escreve mais à mão, compara Débora Vaz, diretora da Escola Castenheiras.
"O [escritor] Mário Prata falou uma vez que essa geração escreve muito mais do que as anteriores. No meu tempo, era impensável um jovem ficar quatro horas seguidas lendo e escrevendo."
fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u538977.shtml
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Obs.: na minha sala de uns 2 períodos pra cá alguns alunos utilizam notebook.. hoje devem ser uns 6 que usam!
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Escrito por Administrator
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Ter, 17 de Março de 2009 12:32 |
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O volume de compras feitas pela internet no Brasil registrou um crescimento de 30% no ano passado na comparação com 2007, segundo dados divulgados nesta terça-feira (17) pela e-bit, consultoria de comércio eletrônico. A alta, apesar de significativa, foi menor que o crescimento de 43% registrado em 2007 também frente ao ano anterior.
Com a alta de 30%, o total transacionado ficou em R$ 8,2 bilhões em 2008. Segundo o estudo, mais de 13 milhões de brasileiros já fizeram compras pela internet pelo menos uma vez. O valor médio da compra ficou em R$ 328,00.
Entre os produtos mais vendidos, os livros mantiveram a posição de liderança. Já a categoria de saúde, beleza e medicamentos, que havia figurado em quarto lugar em 2007, ficou em segundo lugar na preferência dos consumidores, seguida por informática, que caiu de segundo para terceiro.
Fonte: G1
A pergunta que não quer calar: E você??? Ainda não tem sua loja online por quê????
Abraços!!!
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Escrito por Administrator
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Seg, 16 de Março de 2009 12:33 |
Longa está sendo produzido pelos estúdios New Line.
Seriado tinha herói que resolvia problemas usando invenções improvisadas.
Richard DEan Anderson no papel de MacGyver. (Foto: Divulgação)
Será preciso mais do que barbante, chiclete e um lápis para dar conta do recado, mas o seriado de aventura de viés científico "MacGyver" está sendo desenvolvido para a New Line como longa-metragem.
"MacGyver" foi ao ar de 1985 a 1992 na rede ABC. Richard Dean Anderson, que mais tarde seria visto em "Stargate: Atlantis" e "SG-1", fazia o papel de um agente secreto da Fundação Phoenix, dotado de inteligência e astúcia tremendas, que frequentemente escapava de situações perigosas fazendo truques engenhosos e rápidos.
Dois telefilmes estrelados por Anderson foram ao ar nos anos seguintes ao cancelamento do seriado. O personagem acabou conquistando reconhecimento suficiente para virar referência para qualquer pessoa que tenta improvisar uma saída para uma situação difícil, usando objetos do cotidiano encontrados em qualquer casa.
Raffaella De Laurentiis, filha do veterano produtor Dino De Laurentiis, vai produzir o filme através de sua firma Raffaella Prods, juntamente com Martha De Laurentiis e o criador da série, Lee Zlotoff. Dino De Laurentiis fará a produção executiva.
Ainda não foi contratado roteirista para o filme. O estúdio espera encontrar um roteiro que leve em conta o perfil de cultura popular do conceito, mas mesmo assim garanta um filme de aventura sério e divertido.
"Acho que estamos a um chiclete, um clipe de papel e um roteirista de primeira linha de distância de uma franquia global", disse Richard Brener, da New Line.
Lá vem ele dinovo!! huahuahua
Boa Semana pra vocês!
Até!
Abraços!
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Escrito por Administrator
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Sáb, 14 de Março de 2009 01:15 |
Havaianas é um dos casos de sucesso mais comentados no mundo dos negócios. Fala-se da propaganda com celebridades, da mudança de posicionamento da marca e do aumento do portfólio. Mas se o chinelo de borracha é hoje o mais celebrado no mundo, deve isso a uma mudança profunda no Mix de Marketing da marca que superou a sua categoria e virou artigo de moda.
“As legítimas” começaram a ser fabricadas em 1962 pela Alpargatas. “Foi uma marca lançada para a classe média que, com o passar do tempo, todo mundo passou a usar e o resultado é que ela acabou se popularizando demais”, conta Rui Porto (foto), Diretor de Mídia e Comunicação das Havaianas em entrevista ao Mundo do Marketing.
Este era o problema. A massificação do produto, por incrível que possa parecer, levou a rentabilidade aos menores níveis nos anos 1980 e o enquadrou na categoria de commodity. Com a fabricação de um único modelo, a operação corria riscos e não seria apenas mudanças na comunicação que alteraria este cenário. A estratégia da Alpargatas para Havaianas foi provocar uma mudança drástica no mix de marketing. “Mexemos em todos os compostos de marketing”, afirma Porto.
O marco Top
De acordo com o novo posicionamento posto em prática em 1994, o primeiro passo foi criar outros modelos do chinelo. A estréia foi com a linha Havianas Top que, com novas cores e formatos diferenciados, criaram uma segmentação do produto. Em seguida, a distribuição também passou a ser focada em nichos de mercado. Cada ponto de venda recebia um modelo diferente, de acordo com seu target.
Outra mudança foi na exposição do produto no ponto de venda. Ao invés das grandes cestas com os pares misturados, criou-se um display para valorizar o produto e facilitar escolha e, claro, impulsionar as vendas. “Sabíamos que a questão do PDV era muito importante”, informa Rui Porto. “Era querer demais que o consumidor mergulhasse dentro de uma cesta para achar o produto”, ressalta.
Agora sim, com o produto certo para as pessoas certas, muda-se a comunicação. Deixa-se de falar sobre o produto (as tiras não soltam e não tem cheiro), para destacar o usuário e suas atitudes. Entre as estratégias está o patrocínio de eventos de moda e o trabalho de assessoria de imprensa e RP junto aos formadores de opinião e a imprensa. Nos anúncios para TV, jornais e revistas, as campanhas mostravam o espírito de boas coisas brasileiras com artistas famosos colocando o pé à mostra com suas Havaianas Top. Com cenas irreverentes, os comerciais fizeram com que a marca fosse querida pelas pessoas.
Marca global
O resultado, em 12 anos, é que Havaianas virou artigo de moda e a marca se colocou do lado de grandes empresas internacionais como Channel, que, aliás, vende pares de sua marca junto com a de Havaianas numa ação de co-brand. Só em 2006, 160 milhões de pares foram vendidos, dos quais 10% foram para mais de 80 países espalhados pelo mundo. E se antes era apenas um modelo que ia no pé de todo mundo, hoje são 80, dos quais metade são destinados ao exterior.
O que mantém a áurea de um simples chinelo vivo é o fato de ter se transformado em marca. “Havaianas está ligado ao estilo da moda e como hoje ela é uma marca, como Channel, estará sempre na moda”, informa Rui Porto, que vê seu produto vendido desde a farmácia da esquina até às lojas mais requintadas de Paris e Nova York.
“Muita gente quer uma fórmula mágica do sucesso, mas não existe. Não foi do dia para a noite que tudo aconteceu. Começou em 94 e demorou três anos para decolar - foi um processo”, elucida o diretor. “E isso só foi possível graças ao comprometimento com a mudança, com investimento em pesquisa sobre o consumidor e comunicação”, garante Rui Porto ao site.
http://www.mundodomarketing.com.br/5,330,havaianas-o-chinelo-que-virou-artigo-de-moda.htm
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